Postagens

Imagem
  Sob as Sombras do Castelo por Andreyev e Lyanna a 4 mãos 😉 — Era quase meia-noite quando Lyanna resolveu andar pelos corredores desertos do castelo. Sempre fora uma mulher cobiçada, linda, morena, quase 1,80cm, corpo esguio, mas com seios fartos e nádegas curvilíneas. O som dos meus passos ecoava baixo no chão frio de pedra. A seda do meu vestido arrastava levemente, roçando com um sussurro pelo mármore. Eu não conseguia dormir… havia algo inquieto em mim naquela noite. Algo que queimava sob a pele. Ao virar um dos corredores, senti uma presença. Era ele. Andreyev. Seus olhos estavam como sempre… intensos, escuros, me despindo sem nenhuma pressa. Eu parei diante dele e inclinei o rosto, a voz quase um sussurro: — Não consegue dormir... ou veio me procurar? Engolindo seco a imagem deslumbrante de Lyanna à minha frente, quase que não saiu minha voz, mas então respondi: — Não conseguia dormir… mas que bom que esbarrei em algo tão lindo como você, Lyanna. O que faz acor...
Imagem
  “Parada Obrigatória” A estrada estava quase deserta àquela hora da madrugada, mas o som dos saltos dela batendo no assoalho do carro ecoava alto. Vestia um vestido curto, justo, que subia perigosamente cada vez que ela movimentava  as pernas no banco do motorista. Batom vermelho ainda intacto, perfume doce no ar. O giroflex acendeu atrás dela. — Droga... — murmurou, ajustando o decote com um sorriso de canto. Ela encostou. O policial se aproximou com passos firmes. Jovem, imponente, farda justa marcando cada músculo. Ela baixou o vidro, fingindo inocência. — Boa noite, senhorita... sabe por que eu a parei? Ela olhou devagar, dos cintos dele até os olhos. Mordeu levemente o lábio. — Não faço ideia, oficial… vai me revistar? A pergunta saiu num tom malicioso. Ele pigarreou, desviando o olhar por um segundo — mas só um segundo. O cheiro dela, o modo como os seios quase escapavam do vestido, as pernas perfeitamente à mostra… — Está tarde. E perigoso para uma m...
Imagem
  Onde o desejo cala o mundo! Alyce deixou o prédio da escola com passos lentos, quase arrastados. A noite estava morna, envolta por um silêncio cúmplice, e dentro dela, havia algo que fervia devagar... como brasa que arde sob a pele. A última aula fora com ele. Professor Robert. Era engraçado como ele nem precisava tentar. Bastava estar. O olhar firme por trás dos óculos, a voz grave que arranhava macio no ouvido dela, o perfume inconfundível que ficava no ar muito depois dele sair da sala. E naquela noite, ele passou mais perto… explicou uma teoria com a mão próxima demais à dela. E sem querer — ou talvez querendo — deixou sua presença marcada nos poros, no pulso, no pensamento. Quando Alyce entrou na van para voltar pra casa, levou consigo não só os livros... mas também o rastro daquele homem que habitava suas fantasias mais secretas. Sentou-se no último banco, onde a luz era pouca e o silêncio maior. E foi ali, naquele espaço entre o cansaço e o desejo, que o corpo de...
Imagem
  ERA PRA SER SÓ UMA TROCA DE MENSAGENS  A notificação ainda vibrava na tela do celular, mas sua mente já estava longe — presa no eco daquela última mensagem. -  “Se eu estivesse molhadinha… o que você faria?” Ele leu, parou. Sorriu de lado. Os dedos deslizaram devagar sobre o teclado, mas a mente dele já te despia, palavra por palavra. "Primeiro, eu não responderia com pressa... porque uma vontade como essa merece ser saboreada com calma..." A mensagem piscou, mas antes que você pudesse reagir, outra chegou. "Eu encostaria os lábios no teu pescoço, bem devagar, só pra sentir o calor da sua pele reagindo ao toque da minha respiração... e deixaria minha mão escorregar pela tua cintura, firme, mas gentil… como quem sabe exatamente o caminho até onde você quer ser tocada." Seu coração acelerou. O corpo reagiu. Era só uma troca de mensagens, mas algo ali parecia tão real, tão perto... como se ele estivesse atrás de você, sussurrando cada palavra no seu ouvi...
Imagem
 Agora, o Silêncio Carrega um Segredo Alyce se revirava nos lençóis com a respiração irregular, como se seu próprio corpo estivesse buscando o eco de algo que já vivera. Sozinha no quarto, a camiseta surrada escorregava por um dos ombros, revelando a pele quente e sensível. Sua mão vagava lentamente entre as coxas, guiada por um desejo que parecia nascer da própria lembrança... ...daquela tarde. Ela mordeu o lábio ao sentir o arrepio subir pela espinha. O som abafado de risadas, o calor do toque dele em sua cintura, o jeito como Joe a puxou contra o peito e murmurou seu nome entre beijos proibidos... Aquela noite havia sido selvagem, inesperada, errada demais — e por isso mesmo, deliciosa. Desde então, algo havia mudado entre eles. Um olhar durava tempo demais. Um toque casual esquentava o ar ao redor. Do outro lado da porta, Joe já não conseguia ignorar os sons vindos do quarto de Alyce. Ele ouvia os gemidos contidos, quase tímidos, mas cada um deles caía em seu ouvido com...
Imagem
  Robert? O cheiro de giz ainda pairava no ar, misturado com o perfume amadeirado que ele sempre usava. Robert passava pela sala com aquela postura que fazia o coração de Alyce acelerar. Era aula de biologia, mas tudo que ela sentia era pura química. O quadro estava preenchido com esquemas anatômicos. Robert falava sobre os sistemas do corpo com a mesma naturalidade de quem descreve o tempo — mas para Alyce, cada palavra parecia um sussurro direto na pele. — O corpo humano é uma máquina perfeita — ele dizia, apontando os sistemas desenhados no quadro, com aquela voz grave que vibrava direto nos ossos dela. — O sistema nervoso é responsável por captar estímulos e reagir a eles. E as zonas erógenas são pontos sensíveis que, quando tocados, enviam sinais ao cérebro... provocando prazer — ele explicou, com aquele tom calmo, grave, e uma leve pausa ao falar "prazer". Alyce cruzou lentamente as pernas, sentindo o tecido da calcinha pressionar justo onde já começava a pulsar....
Imagem
   Entre Silêncios e Estações  Alyce chegou ainda menina. Com as malas leves e os sonhos pesados de quem nunca tinha ido além da cerca do quintal. A cidade era grande, barulhenta, e a casa dos tios parecia mais um castelo com segredos em cada corredor. Os anos passaram — e com eles, ela floresceu. A menina virou mulher. E o espelho já não mostrava inocência… mostrava curvas, lábios cheios e um olhar que aprendia a ser perigoso. Joe — o primo do meio — também notou. No começo fingiu não ver. Desviava os olhos quando ela passava de short curto e cabelos molhados pela casa. Mas havia um momento, sempre um momento… em que ele a olhava como homem. E não como primo. Ela sentia. Sentia quando ele encostava só um pouco mais perto. Quando a mão dele tocava o ombro dela e demorava um segundo a mais do que precisava. Sentia no jeito que ele a chamava pelo nome… arrastado, como se fosse pecado. E foi numa tarde abafada, de verão, que tudo mudou. Ela estava na c...